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Corporativo

Agências sustentam a CVC Corp: R$ 3,61 bilhões no semestre com aéreo mais caro


Redação BellaTur Travel 12 de agosto de 2026 · Fonte original: Panrotas
Agências sustentam a CVC Corp: R$ 3,61 bilhões no semestre com aéreo mais caro

As agências continuam a ser o motor da CVC Corp. No primeiro semestre de 2026, o canal B2B do grupo somou R$ 3,61 bilhões em vendas, uma alta de 8,2% face ao ano anterior, enquanto a venda direta ao consumidor chegou a R$ 2,97 bilhões, com um avanço mais modesto de 3,5%. Os números foram divulgados nos resultados do grupo e noticiados pelo Panrotas.

A diferença entre os dois canais fica mais nítida na receita. O B2B gerou R$ 242,7 milhões de receita líquida, um crescimento de 11,9%; já o B2C ficou em R$ 325,3 milhões, uma queda de 5,9% — ou seja, vendeu mais e faturou menos. A explicação está no take rate do canal direto, que recuou de 13,8% para 11,8% sob a pressão do aumento dos preços das passagens aéreas. Quando o bilhete encarece, o pacote fica mais caro sem que a margem acompanhe.

Dentro do grupo, as marcas voltadas ao trade puxam o resultado. A Rextur Advance, maior consolidadora aérea do país, projeta 150 mil passageiros na área de Grupos; a Visual Turismo, relançada há um ano, mantém expansão acelerada; e a Trend, sob a liderança de Noah Britto desde maio, cresce acima das outras empresas do grupo com reforço no segmento corporativo. Fora do Brasil, a operação na Argentina recuou 10,5% no semestre, para R$ 1,79 bilhão. O grupo é liderado por Fabio Mader.

Há aqui um sinal que interessa a quem viaja, e não apenas a quem vende. Num ciclo de passagens aéreas mais caras, o viajante que compra sozinho no ecrã perde a alavanca que mais pesa no orçamento: saber que rota, que data e que combinação de entrada e saída fazem o preço cair. É precisamente essa margem que explica por que o canal assistido cresce mais depressa do que o canal direto.

Na BellaTur Travel trabalhamos exactamente nesse espaço. Com o aéreo a subir, o valor de uma agência deixou de estar no acesso ao inventário — que hoje qualquer pessoa tem — e passou a estar na curadoria: escolher bem o itinerário, antecipar a emissão e montar a viagem em torno das janelas em que ela realmente compensa.

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